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Chamo-me André Carvalho Marques, nasci em 23 de janeiro de 1982, natural de Feira de Santana-BA, meu pai Antônio Gerson Sena Marques e mãe Rita de Cássia Carvalho Marques.
Quando nasci fiquei alguns dias sem nome, eu sou o primeiro neto por parte de pai e meu avô muito feliz com o primeiro neto, sugeriu a minha mãe colocar o meu nome de Idelfonso, que olhando no Almanaque esse seria o nome de sorte para mim, porém minha mãe não gostou muito da idéia e disse-o que era muito feio esse nome e iria ver outro. Nisso eu fiquei uns 15 dias sem nome e certo dia mamãe acompanhando uma Missa transmitida pelo rádio escutou o Evangelho de Marcos ( 1 ; 16-18), onde Jesus chamava aos discípulos a segui-lo, e no meio desses estava o André irmão de Simão que eram pescadores e Jesus os chamavam a serem pescadores de homens , por isso pensou em colocar-me esse nome , mas minha vó não gostou muito porque conhecia algumas pessoas com o nome de André que não faziam coisas muito boa , mas assim fui registrado com o nome de André.Após 6 meses meu avó faleceu e mamãe ficou com um pouco de remocio por não ter colocado o nome que ele queria, mas com esse nome fiquei.
Tenho duas irmãs, uma com 23 e outra com 22 anos. Desde a minha infância fui muito querido pela minha família, mas quando tinha meus 6 a 7 anos, não me recordo bem a idade, houve a separação dos meus pais, onde minha mãe saiu de casa com minhas duas irmãs e foram morar em outro lugar e eu fiquei morando com vovó (mãe de papai) e papai continuo morando em frente a casa de vovó. Isso foi uma dor muito grande para mim, sofria muito com isso, ao me deitar, todas as noites em meu quarto sozinho chorava muito quando lembrava da separação dos meus pais, como morava só vóvó e eu me sentia muito só, mesmo com tudo isso sempre vinha mamãe e minhas irmãs e papai o contato era todos os dias, mas era muito diferente de viver juntos e um dos motivos da separação foi por causa da bebida de papai e com a separação ele se entregou totalmente a bebida e me doía muito o vendo bebendo, às vezes ia buscá-lo no bar porque não agüentava chegar a casa, e tudo isso não falava a ninguém, ficava preso dentro de mim e criava um vazio. Às vezes presenciava vóvó fazer vários trabalhos em Candomblé para ver se curava papai da bebida, mas só fazia piorar.
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Fonte: Site Fazenda da Esperança Maçal do Chão em Portugal.